res non verba

res non verba

É um proverbio latino que nos lembra que o que importa são as ações, não as palavras. Também o Evangelho nos relata que, quando foram transmitir a Cristo a pergunta formulada por João Baptista, que queria saber se ele é que era o Messias, Cristo limitou-se a responder aos emissários, “dizei-lhe que os cegos veem, os cochos andam, etc…” Ações e não palavras. 

Temos ouvido muito «barulho» acerca da Crise, da “Troika”, do FMI, do BCE, do Governo, da EU, mas o que realmente conta, são as ações. Que ações é que estes “funcionários” têm efetuado? Cortes nas pensões, despedimentos, sopas para os “pobrezinhos”, cortes na escola, na assistência médica, etc. tudo com a promessa que depois tudo volta a ser redistribuído, de forma sustentável, Oxalá.

Há dias um ilustre comentador dizia (não desta forma desajeitada) que, nós cidadãos, temos de fazer ouvir a nossa voz, e acrescentava que o «mal» usa palavras simples, de todos os dias, precisamos de ver onde está o «mal» e de o denunciarmos. Não esquecendo que “res non verba”

O Presidente da Comissão Europeia, fez em 10 de fevereiro de 2010, perante um Conselho Europeu informal, uma apresentação sob o título «Europa 2020», aqui deixamos um documento da EU com o texto apresentado. Será bom estarmos atentos.

dezembro 2013